quinta-feira, 25 de agosto de 2011


Condomínio adota geração eólica e solar
Valor Econômico, Chico Santos, 25/ago
Lima, diretor da Ecoglobal, explica que o projeto não visa autonomia energética, mas economia com a conta de luz

Um condomínio residencial com oito prédios e 512 apartamentos cujas partes comuns são abastecidas com energia de origem eólica, o estacionamento é equipado com tomadas para carregar carros elétricos e a água para uso sanitário (descargas domésticas) vem de captação pluvial.

É o que promete entregar em 2016 a construtora carioca Calper, a partir de um projeto desenvolvido em conjunto com a Ecoglobal, responsável pelo projeto de sustentabilidade, e a Cintrax, que está começando a produzir no país um tipo de aerogerador de uso doméstico que se adapta ao propósito da construtora. Ao menos no Rio de Janeiro, eles garantem que é o primeiro projeto com tamanho grau de sustentabilidade.

O engenheiro Davidson Meira Jr., da Calper, um dos responsáveis pelo projeto, explica que cada edifício do condomínio será equipado com um aerogerador de 1.000 a 1.600 watts/hora e com uma bateria de placas de captação solar com a mesma capacidade. O objetivo é que haja sempre a disponibilidade de alguma energia de origem limpa para uso nas partes comuns, como portaria, corredores e até para alimentar a máquina do exaustor central do edifício, explica o engenheiro José Luiz Bastos, da Cintrax.

Como a produção será limitada, o sistema de geração própria será conectado a uma rede que, de forma automática, passa a utilizar energia da Light sempre que a demanda for superior à geração alternativa. Bastos explica que a energia produzida será convertida diretamente para consumo residencial, sem necessidade de subestações, graças a um aparelho chamado inversor de conexão à rede.

Conectada em um ponto após o relógio que marca o gasto de energia vinda de fonte externa, o sistema de geração própria poderá trazer uma economia de até 50% na conta de luz condominial, estima Bastos. Meira, da Calper, estima em até 20% a economia no custo condominial para o condomínio que será construído no Recreio dos Bandeirantes (zona oeste do Rio).

Meira explica que o projeto de geração de energia elétrica própria vai custar cerca de R$ 400 mil, com impacto de apenas R$ 800 no custo de cada apartamento. Com isso, a construtora pode vender as unidades, de dois e três dormitórios, a preços que não diferem das construções convencionais.

O ambientalista Walter Lima, diretor da Ecoglobal, disse que do ponto de vista energético o projeto não visa a autonomia, mas economia de energia, incluindo o uso de lâmpadas de LED (mais econômicas) e de motores mais econômicos nos equipamentos, como aparelhos de ar condicionado.

Sobre as tomadas para carros elétricos, Lima disse que elas serão baseadas nas especificações de recarga utilizadas por um carro que a montadora Nissan já está trazendo para o Brasil e que é utilizada também por outras montadoras, como a GM. O acesso à tomada será feito com o cartão de acesso do morador ao condomínio, de modo que o custo da recarga será debitado da cota condominial.

O ambientalista disse também que o uso de água pluvial para as descargas domésticas é inédito no Brasil e que a água da chuva será utilizadas também para regar plantas e para outras atividades de uso geral do condomínio, como lavagem de dependências, de veículos, etc. Será usado um sistema de microdrenagem do solo, de tal modo que a captação continua mesmo após a chuva.

Bastos, especializado em eletrônica, disse que até agora a Cintrax só forneceu poucos aerogeradores: para uma fazenda em Santa Catarina, para uma casa em Belo Horizonte, um prédio em Salvador e para o condomínio Via Barra, na Barra da Tijuca (zona oeste do Rio). Como a demanda é pequena, ele terceiriza a fabricação, mas o plano é montar uma fábrica própria.

Bastos avalia que a fábrica vai se viabilizar quando for votado no Congresso Nacional o projeto 630/2003, regulamentando a microprodução privada de energia elétrica. Com a nova lei, segundo ele, será possível produzir energia em casa e vender o eventual excedente para a distribuidora.


Novos shoppings atendem ao alto poder de compra
O Globo, 25/ago
O bairro que concentra a maior quantidade e variedade de shoppings por habitante do Rio de Janeiro vai ganhar novos complexos comerciais nos próximos anos. Os investidores estão de olho no alto poder de compra de seus consumidores, que têm o segundo maior índice de alfabetização entre os cariocas e renda per capita em torno de R$ 2.400.

A região já concentra todo tipo de serviço e quatro shoppings de grande porte - Barrashopping, Via Parque, Rio Design Barra e Shopping Recreio - e mais de 30 centros de compra de médio porte, como Cittá América, Downtown, Barra Square, Barra Garden, Ca- sashopping, New York City Center e Barra World, além de shoppings menores junto a prédios e residências.

O maior deles será o shopping Metropolitano Barra, em uma área de 78 mil metros quadrados, na Avenida Abelardo Bueno. O complexo terá 230 lojas, oito salas de cinema, cinco restaurantes com vista panorâmica e 2.700 vagas de estacionamento. A inauguração está prevista para outubro do ano que vem.

Cerca de 35 mil unidades residenciais e corporativas serão erguidas no Cidade Jardim e no Centro Metropolitano, numa área que corresponde a três vezes o tamanho do Leblon. "Será o novo coração do bairro. Em torno dele se desenvolverá a Barra do futuro, que terá um desenvolvimento equivalente a 30 anos em apenas 5 anos, em função das Olimpíadas", define Carlos Carvalho, presidente da Carvalho Hosken.

O mais luxuoso deles, o Village Mall, será inaugurado em novembro do próximo ano, reunindo mais de 130 lojas, restaurantes de alta gastronomia, quatro cinemas com poltronas reclináveis de couro e teatro nos padrões da Broadway.

No compasso do crescimento da Barra, após 7 anos como shopping-referência em moda, cultura e alta gastronomia, o Rio Design Barra investiu R$ 50 milhões para acrescentar 30 novas marcas ao mix, área de conveniência e cinema totalmente modernizado com a primeira sala VIP do Rio de Janeiro.

Segundo pesquisa encomendada pelo shopping, o público que freqüenta o espaço é composto em sua maioria por mulheres (84%), com formação de Nível Superior (83%), e renda familiar mensal acima de R$ 8 mil. Para manter a fidelidade desses clientes tão seletos, o shopping criou no subsolo uma área de conveniência, ancorada por um SPA e diversos serviços, como agência de viagens, casa de câmbio e pet shop. "Agora os clientes não precisam mais buscar serviços em outros lugares", garante Mariana Carvalho, diretora de Marketing da Ancar Ivanhoe, administradora do espaço.
STX investe na zona portuária do Rio de Janeiro
Brasil Econômico, Ricardo Rego Monteiro, 25/ago
Companhia de desenvolvimento imobiliário identifica oportunidades em pólos econômicos, como o pré-sal, Comperj e em eventos , como os Jogos Olímpicos

Eldorado de investidores em busca, entre outras coisas, de um porto seguro para o dinheiro em tempos de crise mundial, o setor imobiliário brasileiro começa a se sofisticar, com a adoção de modelos de negócio pouco difundidos até há pouco tempo em território nacional. Exemplo é a STX, empresa de desenvolvimento imobiliário fundada em 2008 pelo engenheiro Marcelo Conde. Com valor geral de vendas ( VGV) de R$ 1,5 bilhão nos últimos dois anos, a empresa surgiu da STA Arquitetura, escritório fundado há 35 anos pelo ex-prefeito do Rio de Janeiro Luiz Paulo Conde, pai de Marcelo.

Com escritórios em dez capitais do país, e com foco bem definido nas oportunidades abertas pelo pré-sal, Jogos Olímpicos de 2016 e o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), a empresa identifica no projeto de revitalização da Zona Portuária carioca (Porto Maravilha) apenas um dos eixos de desenvolvimento do mercado nos próximos anos. A Barra da Tijuca, na Zona Oeste da cidade, e o município de Itaboraí, na região metropolitana e escolhida para abrigar o Comperj, concentram boa parte dos empreendimentos da empresa.

"A STX é uma empresa de desenvolvimento imobiliário, e não uma incorporadora", afirma Conde, que tem as incorporadoras justamente como clientes. "Nós fazemos a prospecção de terrenos, damos assessoria jurídica e ambiental, como uma espécie de desenvolvedor. Esse é um tipo de atividade comum no mercado imobiliário americano, por exemplo."

Constituída como Sociedade Anônima (S.A.) de capital fechado, a STX criou joint ventures para empreendimentos no país, com a americana Shelter Rock, um dos mzaiores fundos imobiliários dos Estados Unidos. Fundada por Neil Weiss, desenvolveu empreendimentos não só no mercado americano, mas em outros países, como a China. Por meio da parceria, diz Conde, a intenção é focar no segmento corporativo de alto padrão

Atualmente com projetos da ordem de R$ 300 milhões de VGV, a STXRock tem lançamentos previstos para 2012 em Itaboraí, onde a empresa pretende alavancar negócios a partir dos investimentos previstos pelo Comperj. "A vantagem de Itaboraí não é só a localização, próxima de São Gonçalo ( Grande Rio), como também de áreas verdes muito bonitas", observa o fundador da STX. Para os próximos dois anos, a empresa tem oito imóveis em fase de preparação, além dos dois já lançados desde o início de 2011. Além de Itaboraí, os empreendimentos deverão ser erguidos em cidades como São Paulo, Osasco (SP), Campos (RJ) e Rio.

Na capital fluminense, a empresa alavancou recentemente o primeiro edifício do Porto Maravilha, um projeto que junta governo e iniciativa privada para recuperar a área portuária do Rio. Ali, a STX desenvolveu e moldou, a STA projetou e a TishmanSpeyer, uma das maiores incorporadoras do mundo, vai construir e incorporar uma torre de 18 andares de escritórios em plena zona do porto carioca.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011


Novo complexo (O Dia, 21/ago)
A PDG CHL vai construir um complexo imobiliário em Itaboraí: o Enterprise City Center. O empreendimento, que ficará na Avenida 22 de Maio, contará com torres comerciais, corporativas e flat, além de edifícios residenciais e um shopping

Escritório inglês vence concurso que selecionou o projeto do Parque Olímpico do Rio Rio de Janeiro

22/08/2011 - Agência Brasil

A prefeitura do Rio de Janeiro anunciou na última sexta-feira que um escritório de arquitetura britânico foi o vencedor do concurso internacional que selecionou o projeto urbanístico do Parque Olímpico, na zona oeste da cidade, que será usado nas Olimpíadas de 2016. A empresa vencedora também trabalha nos projetos dos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012. Ao todo, projetos de 60 países participaram da disputa. A empresa vencedora recebeu um prêmio de R$ 100 mil.

Com aproximadamente 1,18 milhão de metros quadrados, o parque abrigará, no terreno do Autódromo de Jacarepaguá, 15 modalidades olímpicas e 11 paraolímpicas. Segundo a prefeitura, será construído ainda um centro de imprensa para 20 mil profissionais.

"A gente olha para o projeto e é uma coisa fantástica. A nossa preocupação é sempre com o que vai sobrar para a cidade no dia seguinte [dos Jogos]. Nesse projeto há conceitos ambientais, de transporte e de conservação”, disse o prefeito do Rio, Eduardo Paes.

Agência Brasil

sábado, 20 de agosto de 2011

Porto Olímpico do Rio começa a tomar forma (O Globo, Rogério Daflon, 29/jun)
Com o auditório do Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB- RJ) lotado, e depois de longos discursos do prefeito Eduardo Paes e do presidente do IAB-RJ, Sérgio Magalhães, nos quais ambos ressaltaram o "começo da revitalização do Centro", foi anunciado ontem o escritório vencedor do Concurso Porto Olímpico, que prevê a instalação de equipamentos para os Jogos de 2016 em 850 mil metros quadrados na Região Portuária.


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quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Transoeste: perfuração do Túnel da Grota Funda é concluída na Zona Oeste

18/08/2011 - Agência Rio

Da Redação

O prefeito do Rio, Eduardo Paes, e seu secretário municipal de Obras, Alexandre Pinto, deram por concluida na manhã desta quinta-feira (18) a operação de abertura total do túnel da Grota Funda, com a união dos emboques das duas galerias. O túnel é considerado a mais importante etapa da obra da Transoeste, corredor expresso que vai ligar a Barra da Tijuca a Santa Cruz e Campo Grande, na Zona Oeste da cidade.

Composto por duas galerias de 1.100 metros, o túnel começa na Estrada do Pontal e segue até o Canal do Rio Portinho, cortando a serra da Grota Funda e unindo o Recreio dos Bandeirantes a Guaratiba.

Esse será o primeiro túnel de ligação entre bairros da Zona Oeste. A Transoeste é um dos três corredores que compõem o projeto de preparação viária da cidade para as Olimpíadas de 2016, ao lado da Transcarioca e da Transolímpica. Há ainda o projeto da Transbrasil sendo desenvolvido.

Ao todo, foram consumidas 400 toneladas de explosivos ao longo de 10 meses de trabalho. Concluídas todas as explosões, a Secretaria municipal de Obras inicia a preparação da rocha para instalação dos sistemas de segurança, ventilação e iluminação do túnel, além de execução de drenagem.

MS

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Recreio terá 1o residencial gerador de energia limpa

15/08/2011 - Jornal do Commercio

Seguindo a tendência da sustentabilidade na construção civil, será lançado no Recreio o primeiro empreendimento residencial do Rio de Janeiro com gerador de energia eólica e estacionamento com tomada para abastecimento de carros elétricos. Com Valor Geral de Venda (VGV) de R$ 180 milhões, o condomínio de 512 unidades terá oito geradores eólicos e oito painéis solares que trabalharão simultaneamente para gerar energia limpa para a área comum de cada bloco. O sistema é inédito na cidade do Rio.

"A nossa plataforma de atendimento será full. A energia nunca será interrompida.

Em qualquer condição de clima, o sistema estará sempre produzindo alguma forma de energia limpa", explicou o ambientalista Walter Lima, da Ecoglobal Engenharia Sustentável, empresa responsável pelo desenvolvimento do projeto de sustentabilidade do empreendimento da construtora carioca Calper.

O projeto marca o lançamento do Selo Verde da construtora carioca Calper, que tem como objetivo oferecer empreendimentos cada vez mais sustentáveis a seus clientes. O residencial Wonderfull, que está sendo lançado este mês no Recreio dos Bandeirantes, terá vários itens sustentáveis, como por exemplo o estacionamento com tomada para carros elétricos e híbridos.

"As grandes montadoras já estão investindo neste tipo de veículo. Acreditamos que até a Copa de 2014, a cidade receba um volume significativo destes carros", afirmou Davidson Meira Júnior, engenheiro responsável pelo projeto de sustentabilidade da Calper. "Estamos preparando o empreendimento para o futuro. Toda a rede elétrica vai ser inteligente, com uma gestão mais centralizada do condomínio. Isso pode significar uma conta de condomínio pelo menos 20% menor, comparado a outros condomínios do mesmo porte", explicou ele.

O empreendimento também terá um sistema de gestão de resíduos. O objetivo é fazer a coleta seletiva do lixo, manipulando e tratando os resíduos de uma maneira diferente.

Na lixeira dos corredores de cada andar, terão dois containers: um para o lixo seco e outro para os resíduos orgânicos.

"Neste caso, os containers são lacrados de maneira que o lixo só entre e não saia.

Assim, evitam-se maus cheiros e possíveis insetos", explicou Walter.

O condomínio terá mais de 30 opções de lazer, entre estas brinquedoteca, salão de festas infantil e adulto, espaço gourmet, piscinas adulto e infantil, solário, gazebo, bar da piscina, hidro, deck molhado, playground, churrasqueira, academia, pilates, spinning, espaço banho, espaço relax, sauna seca e sauna a vapor, quadra de areia, pista de skate, quadra poliesportiva e home cinema. O preço das unidades de dois quartos é a partir de R$ 239 mil.

O projeto paisagístico também será sustentável. O empreendimento terá vegetação ecológica, com o plantio de espécies de plantas que ajudam a diminuir o gás carbônico na atmosfera. Além disso, o Wonderfull também terá sensores de presença; lâmpadas de baixo consumo de energia, com grande durabilidade; medidores individuais de água e gás; descarga acoplada para menor consumo de água; torneiras e válvulas com regulagem para evitar o desperdício e reservatório de águas pluviais para regar os jardins e para a lavagem de calçadas e ruas.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Niterói terá novo esquema de trânsito a partir de segunda-feira

12/08/2011 - O Globo

RIO - Começa na próxima segunda feira o novo esquema de trânsito em Niterói, durante as obras do Mergulhão da Avenida Marquês do Paraná. Devido às intervenções, as redes subterrâneas de água, esgoto, telefonia e energia serão remanejadas para o cruzamento da Avenida Amaral Peixoto.

Para facilitar a adaptação dos motoristas, a Niterói Trânsito e Transporte (Nittrans) decidiu implantar o esquema de trânsito por partes. A partir desta segunda-feira, as mudanças serão apenas as linhas de ônibus que utilizarão a rua São João para acessar o Centro da Cidade. Durante a semana, as mudanças serão estendidas aos demais veículos, que até lá continuarão acessando o Centro pela Avenida Amaral Peixoto, que permanecerá ainda sem os tapumes de obras.

Depois do período de adaptação, os veículos que vêm da Ponte Rio-Niterói e da Zona Norte deverão seguir pelas ruas São João, que será utilizada preferencialmente por ônibus de linhas municipais e intermunicipais, e Coronel Gomes Machado, via que terá o sentido de direção invertido nos dois primeiros quarteirões, a partir do quartel dos bombeiros. Durante as obras, também está proibido o estacionamento nas ruas Senador Nabuco, Evaristo da Veiga, Marquês de Olinda e trechos das ruas Barão do Amazonas, São João, Conceição e Coronel Gomes Machado.

Os motoristas devem ficar atentos ainda aos novos sinais de trânsito instalados na Avenida Amaral Peixoto, antes do cruzamento da Rua Evaristo da Veiga, na saída da Rua Senador Nabuco. Na Avenida Marquês do Paraná, também foi colocado um novo sinal.

Já para sair do Centro de Niterói, via Avenida Marquês do Paraná, em direção à Ponte Rio-Niterói ou Zona Norte, os motoristas podem seguir pela Rua Senador Nabuco. Para quem vem da Zona Sul e quer chegar à Zona Norte e Ponte Rio-Niterói, o trajeto é o mesmo, através das Avenidas Marquês do Paraná e Jansen de Mello. Para o Centro, o fluxo prossegue pelas Ruas Euzébio de Queiroz, Marquês de Olinda e Avenida Amaral Peixoto.

O trânsito pela orla continua como alternativa de ligação entre Zona Sul, Centro e Zona Norte. Para chegar à Zona Sul, o motorista vindo da Ponte Rio-Niterói ou Zona Norte pode optar pela Avenida Feliciano Sodré, Rua Visconde do Rio Branco e Avenidas litorâneas, através do Ingá e Boa Viagem. No outro sentido, a opção é seguir pela Rua Paulo Alves, Rua Visconde do Rio Branco e Saldanha Marinho até a Praça Renascença.

Um acidente que aconteceu na manhã desta quinta-feira fechou por cerca de uma hora três pistas da Avenida Feliciano Sodré, e o engarrafamento atingiu o bairro Boassu, em São Gonçalo. Alguns motoristas leveram mais de uma hora para entrar na Ponte Rio-Niterói, e muitos reclamavam da falta de um plano de contigência, uma vez que o acidente aconteceu a 300 metros do 12º BPM (Niterói) e a 200 metros da secretaria de trânsito de Niterói (Nittrans)

terça-feira, 9 de agosto de 2011

A nova cidade do petróleo

09/08/2011 - O Globo, Especial Itaboraí

Nada será como antes em Itaboraí. O início dos trabalhos para a implantação da sede do Complexo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro (Comperj) no município, no fim do ano passado, deu a largada para expansão habitacional, econômica e imobiliária tão intensa, que é como se a cidade estivesse nascendo outra vez. A expectativa da prefeitura é de que salte dos atuais 218 mil moradores, segundo o IBGE, para 600 mil (175%), em dez anos. Novas necessidades e a oferta de recursos financeiros provocam onda de investimentos em saneamento, infraestrutura e meio ambiente, incrementam serviços públicos, aumentam o trânsito de automóveis, fazem subir edifícios residenciais e comerciais. É outra cidade que começa a ser construída.

"Há mais ou menos três anos, surgiu a notícia de que a Petrobras teria escolhido o município para uma refinaria", lembra o prefeito Sérgio Alberto Soares.

"Começava a mudar a história de Itaboraí, Esperamos, agora, que haja receita para suportar esse crescimento. Precisamos de grande parceria entre Estado e União", destaca.

Foram 450 registros de novas empresas na cidade em 2010. Até dezembro, devem ser mais 600: prestadores de serviços, lojas de material de construção, empresas de transporte e logística, de construção civil. Segundo o secretário municipal de Meio Ambiente e Urbanismo, Adelmo Santos, a prefeitura criou comissão para definir formas de "flexibilizar" a instalação das empresas - por exemplo, simplificando a concessão de "habite-se". E o código tributário municipal já assegura a todos os empreendimentos a redução de 5% para 2% no ISS durante os 12 primeiros meses de funcionamento.

"De um ano para cá, Itaboraí vive crescimento incomum e vertiginoso", comemora Santos. Na área imobiliária, ele calcula 400 novos projetos em 2009; outros 1,2 mil em 2010; e, até junho deste ano, já somava mais 700. "Rede hoteleira, condomínios, unidades industriais ou comerciais, galpões, complexos de lojas, casas, supermercados".

Iniciados no ano passado, o secretário avalia que existam 30 grandes projetos em construção, quase todos com a conclusão prevista entre 2013 e 2014 - ano em que o Comperj estará em pleno funcionamento e quando Itaboraí possivelmente terá 50 mil novas unidades habitacionais. A maior parte das iniciativas está no eixo da Rua 22 de Maio, no seu trecho próximo ao Centro - Praça Visconde de Itaboraí, onde estão a prefeitura, o teatro João Caetano e o Centro Cultural.

Para que a expansão se faça de forma ordenada e com suporte adequado de infraestrutura, decreto municipal criou a Comissão de Urbanismo, formada por engenheiros e arquitetos. Eles vão mapear as zonas de crescimento de Itaboraí para subsidiar as propostas de novas vias e outros investimentos. Para o secretário de Indústria, Comércio e Turismo, Ricardo Guimarães, que também preside a comissão de relacionamento entre Prefeitura e Comperj, o complexo da Petrobras se compara a uma "locomotiva". "Os derivados serão processados na indústria de transformação de plástico - fábricas de peças de automóveis, computadores, equipamentos domésticos. Todas elas podem vir para Itaboraí na fase final de construção do Comperj", acredita.

Movimento que já começa a repercutir no caixa da cidade. A previsão é recolher R$ 80 milhões com ISS até o final deste ano, em comparação aos R$ 45 milhões arrecadados em 2010.

Aumento devido, principalmente, aos prestadores de serviços em atividade no Comperj. Só de royalties da Petrobras, a estimativa é que alcance cerca de R$ 12 milhões. O orçamento de Itaboraí já aumentou 92% este ano, para R$ 603 milhões, incluindo recursos próprios (20% ou R$ 220 milhões em impostos, sendo 10% destinados a investimentos), repasses federais, inclusive para obras do PAC, entre outras fontes.

Uma revolução urbana em curso

09/08/2011 -O Globo, Especial Itaboraí

Novas construções transformam a paisagem da cidade, que já vive verdadeiro "boom" imobiliário

Poucos se deram conta de que a iniciativa da Petrobras de construir em Itaboraí o Complexo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro (Comperj), um dos maiores investimentos de sua história, promoveria revolução urbana semelhante à vivida pela capital do estado no século passado, época em que prefeitos fizeram intervenções para embelezar a cidade, inauguraram e ampliaram avenidas até limites antes inimagináveis e ergueram no Morro do Corcovado o símbolo maior da cidade, o Cristo Redentor.

"O futuro chegou", atesta Marcos Saceanu, diretor de Incorporação da PDG CHL - lembrando que a primeira refinaria da Petrobras no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro inicia as operações em 2013.

É o momento ideal, portanto, para vislumbrar e investir em novos negócios procurando fazer o que Saceanu qualifica de casamento perfeito entre o início das atividades de grandes projetos industriais e a conclusão de grandes empreendimentos imobiliários necessários para atender a quem vai viver e trabalhar no local. Hoje, os valores de aluguel e de venda seguem trajetória de alta em Itaboraí, principalmente pela falta de unidades disponíveis para atender a crescente demanda e acomodar quem vem para a construção do Comperj.

Consultor imobiliário na região, Wagner Gonçalves Antas informa que é possível encontrar lojas com preço de venda de até R$ 14 mil o metro quadrado, ou de R$ 1,5 mil o aluguel. Em prédios residenciais, um apartamento de três quartos pode ser vendido por R$ 5 mil o metro quadrado, com R$ 3,5 mil de aluguel. Aumento de 40% nos preços. Já o diretor comercial da Patrimóvel Niterói e da Basimóvel, Bruno Certa Pinto, conta que Itaboraí passou a ser vista também como mercado potencial para companhias de capital aberto investirem.

O diretor de Incorporação da PDG CHL acrescenta que o complexo petroquímico atraiu 50 mil moradores, elevando a população da cidade para perto dos 300 mil habitantes. "Só este ano, mais de 100 novas empresas se instalaram na região", exemplifica. É razão suficiente para a incorporadora começar a vender, nesta segunda quinzena de agosto, as unidades do complexo imobiliário Enterprise City Center, que será erguido em Itaboraí. "O mercado acompanha os grandes movimentos de infraestrutura. Nós apostamos na transformação de uma cidade que vai receber 700 indústrias, um milhão de moradores até 2020 e gerar perto de 200 mil empregos diretos e indiretos no auge da implantação do Comperj", adianta Saceanu, acrescentando que a área de influência do complexo da Petrobras também abrange outros municípios do interior do estado.
 
Imóveis na cidade têm alta liquidez e há quem compre sem ir ao local

O diretor comercial da Patrimóvel Niterói e da Basimóvel, Bruno Certa Pinto, informa que, desde outubro de 2010, a empresa registrou 13 lançamentos em Itaboraí, com mais de mil unidades vendidas. De outubro a dezembro, foram R$ 100 milhões em vendas; e outros R$ 100 milhões, neste primeiro semestre de 2011.

A perspectiva é faturar outros R$ 350 milhões até o fim deste ano, valor que inclui o maior empreendimento imobiliário previsto para a cidade, o Enterprise City Center, da PDG CHL, com valor geral de vendas da ordem de R$ 250 milhões. Em um mês de pré-lançamento já reuniu 600 clientes cadastrados. "O Enterprise é um projeto com dimensões comparáveis aos da Barra da Tijuca, no Rio, ou aos de São Paulo", diz Certa Pinto.

Mais do que o valor de venda dos imóveis, o diretor da Patrimóvel Niterói aponta como grande característica do mercado de Itaboraí a altíssima liquidez. "Há quem compre sem nem pisar no local. A pessoa acessa pela Internet, recebe o contrato via email, assina e manda por Sedex", informa. "São investidores que visam tanto a locação quanto a valorização imobiliária, além do pessoal da cidade, em busca de imóveis residenciais".

Rentabilidade é atrativo

O executivo da imobiliária calcula que o aluguel de um apartamento de sala e dois quartos esteja em torno de R$ 2,5 mil. Ele explica que, em geral, a rentabilidade dos investidores fica em 0,5%, mas a dos imóveis em Itaboraí já equivale ao dobro da recebida normalmente por quem compra o patrimônio para auferir renda. Na opinião de Certa Pinto, é tendência que se repete em todas as regiões onde existem atividades ligadas à indústria petrolífera. A filial da Patrimóvel em Itaboraí foi aberta em outubro, com 70 corretores, 60 moradores da cidade.

O secretário de Meio Ambiente e Urbanismo de Itaboraí, Adelmo Santos, informa que o gabarito na cidade é limitado a construções de 36 metros. Cita, ainda, recente resolução de sua secretaria que estabeleceu exigência de que novos empreendimentos residenciais tenham vagas de garagem.

Feito sob medida

O Enterprise City Center, o empreendimento mais ambicioso de Itaboraí, na Rua 22 de maio, a principal da cidade, será erguido em terreno de 15 mil metros quadrados e abrigará torres comerciais, corporativas, flat, edifícios residenciais e um mall. Ele será lançado em duas fases, a primeira em agosto, e terá Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 300 milhões. "Nós vamos fazer campanha agressiva, justamente mostrando a oportunidade de bom investimento na nova cidade do petróleo", destaca Marcos Saceanu, diretor de Incorporação da PDG CHL.

O Enterprise Office, dividido em duas torres comerciais, oferecerá 519 salas comerciais de 25 a 39 metros quadrados. Os prédios terão registro computadorizado dos usuários e visitantes com gravação digital em cada portaria, sistema de monitoramento 24 horas aos aces¬sos de pessoas e veículos com visualização via web, além de sistema de controle de acesso por cartão de proximidade, salas de reunião e auditório para convenções, entre outros serviços. Já o Enterprise Corporate será uma torre com espaços corporativos de 250 a 500 metros quadrados.

O terreno do Enterprise fica no eixo nervoso da Rua 22 de maio, que concentra comércio, bancos e residências. O empreendimento terá 900 unidades, distribuídas entre mall de lojas, duas torres de salas comerciais, duas residenciais, uma torre corporativa - com piso rebaixado para cabeamento de instalações eletrônicas -, e uma de flat.

Turismo e residência

Os turistas e empresários em visita de negócios a Itaboraí poderão ficar no Enterprise Suítes, confortável flat, administrado pela Promenade Apart Hotéis, com 220 unidades de 27 metros quadrados. Estes hóspedes poderão utilizar Internet nas áreas comuns, lavanderia, estacionamento, segurança 24 horas com monitoramento de pessoas e veículos, área de lazer com piscina e sala de fitness, além de salas de reunião e auditório para convenções.

O Enterprise Mall terá 61 lojas de 26 a 1.900 metros quadrados. O espaço inclui área de convívio central com quase 1.500 metros quadrados, praça de alimentação e Internet wireless.

Para quem pretende morar na cidade de Itaboraí, o Enterprise Residence será alternativa para ter conveniência e comodidade, desfrutando de clube condomínio para toda a família. Serão dois edifícios com 156 apartamentos de dois quartos com suíte e área de lazer completa com salão de festas, salão de jogos, SPA, fitness, piscina com deck molhado, play kids, churrasqueira e forno de pizza. "É boa oportunidade para o investidor final ou para os que desejam constituir um patrimônio sólido e seguro na cidade que abrigará um dos maiores complexos petroquímicos do país", diz Saceanu.

A PDG CHL é hoje a maior incorporadora das Américas em valor de mercado e está presente em mais de 100 cidades, onde já entregou cerca de 70 mil unidades. A empresa atua em todos os segmentos, do alto luxo ao econômico, e prevê, para 2011, lançamentos avaliados entre R$ 9 bilhões e R$ 10 bilhões.

Trânsito do Centro do Rio terá nova opção com o Binário do Porto

09/08/2011 - Cidade Olímpica

Via que será construída para desafogar o tráfego até a derrubada do Viaduto da Perimetral prevê construção de túnel sob o Morro de São Bento

Jorge Arraes, presidente da CDURP: “É superimportante termos uma via expressa que viabilize essa chegada a Ponte Rio-Niterói, Linha Vermelha e Avenida Brasil”
“O que é Binário do Porto?”, perguntam nove entre dez cariocas interessados em saber o que as obras de infraestrutura viária do Porto Maravilha farão com o trânsito da região.

Quem passa diariamente, de carro ou de ônibus, pela Avenida Rodrigues Alves e pelo Elevado da Perimetral percebe que as mudanças estão em andamento, mas nem sempre entende para onde elas vão.

A intervenção mais significativa, realizada no trecho entre a Praça Mauá e a Rodoviária Novo Rio, será a criação de duas avenidas paralelas à Rodrigues Alves, por isso chamada de Binário do Porto. Esta via terá como objetivo absorver o tráfego local.

– Essa é uma antiga via de trilhos, que no passado era usada por trens que faziam carga e descarga da região portuária do Rio. No projeto de revitalização, ao longo de toda essa via de trilhos vai passar uma nova avenida. Serão três pistas no sentido Praça Mauá e três pistas no sentido Avenida Brasil – detalha Jorge Arraes, presidente da Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto (CDURP).

A primeira parte do Binário terá início com a construção de um túnel na Rua 1º de Março. O túnel passará embaixo do Morro de São Bento (onde fica o mosteiro), seguirá por baixo da Praça Mauá, do antigo prédio da Polícia Federal e sairá na Avenida Venezuela, na altura da Avenida Barão de Tefé.

Dali, o Binário seguirá na superfície pela Avenida Venezuela e por uma outra antiga via de trilhos paralela até o Morro da Saúde, na altura do Armazém 7, onde será feito um novo túnel, de aproximadamente 400 metros.

A partir desse ponto, a nova avenida – em trecho único – vai passar ao lado da futura sede do Banco Central e contornar a Cidade do Samba pela Rua da Gamboa. Dividida em duas pistas novamente, seguirá até a rodoviária pela Rua da Gamboa, e pela Rua Equador será direcionado o trânsito no sentido contrário.

– Nós estamos falando de um ponto que é uma das entradas e saídas da cidade. Então, é superimportante termos uma via expressa que viabilize essa chegada a Ponte Rio-Niterói, Linha Vermelha e Avenida Brasil, que será a nova Rodrigues Alves – situa Arraes, ressaltando que a região terá 50% a mais de pistas, mesmo após a derrubada do Viaduto da Perimetral.

Pensando na nova população flutuante que a Prefeitura prevê para a região do Porto nos próximos 15 anos, Arraes acredita que o Binário dará conta desse fluxo viário.

– Também tem o pressuposto de que haverá uma diminuição das linhas de ônibus no local, com a implantação mais adiante do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) – analisa o presidente da CDURP.

Arraes explica que as obras do Binário do Porto são imprescindíveis para que, apenas após sua conclusão, sejam iniciadas as obras de derrubada da Perimetral, no segundo semestre de 2013. A previsão da Prefeitura do Rio é que, iniciadas em setembro de 2011, as obras do Binário estejam finalizadas até dezembro de 2012.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Autoridade Olímpica sai do papel em 10 dias

07/08/2011 - O Globo, Carlos Alberto Teixeira e Luiz Ernesto Magalhães

A Autoridade Pública Olímpica (APO) deve começar a funcionar, oficialmente, em cerca de dez dias. Foi o que disse o presidente da entidade, Márcio Fortes de Almeida, na inauguração do Parque dos Atletas, ontem na Barra da Tijuca.

Cinco bairros do Rio oncentram a maior parte dos novos imóveis

06/08/2011 - O Dia

Pesquisa inédita realizada pela Ademi-RJ (Associação dos Dirigentes do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro), entre maio e junho deste ano, traça panorama econômico do País e aponta as bases do crescimento do mercado imobiliário no Rio. O estudo mostra que 61% dos lançamentos na cidade se concentram em apenas cinco bairros: Barra da Tijuca, Campo Grande, Jacarepaguá, Vila da Penha e Irajá.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Um caminho só para bicicletas

04/08/2011 - O Globo, Bairros.com (Simone Avellar)

Em mais uma iniciativa para incentivar o uso de transporte não poluente, os bairros de Botafogo e Copacabana serão interligados por uma ciclofaixa que vai atravessar o Túnel Velho.

O projeto, da Secretaria municipal do Meio Ambiente, em fase de execução, vai contemplar a rota mais utilizada por ciclistas da Zona Sul. De acordo com o subsecretário de Meio Ambiente, Altamirando Moraes, são feitas por dia, em média, duas mil viagens de bicicleta pelo túnel.

A ciclofaixa será implantada no lado esquerdo da Rua Figueiredo de Magalhães, do início da via até a altura do Hospital Copa D’Or. A partir desse ponto, a ciclofaixa passará para o lado direito, cruzando o sinal da Rua Siqueira Campos e seguindo no contrafluxo do trânsito até a entrada da galeria superior do Túnel Velho. Em Botafogo, a pista vai encontrar a ciclovia da Rua General Polidoro.

— Todos os traçados que elaboramos são feitos em função da demanda. Nosso objetivo é fazer com que as
pessoas se sintam estimuladas a usar bicicleta, de um modo mais seguro — diz o subsecretário.

No entanto, o trajeto definido pela Secretaria do Meio Ambiente não é uma unanimidade. Para a Sociedade
Amigos de Copacabana (SAC), a ciclofaixa deveria ser implantada na Rua Siqueira Campos, já que, para
a associação, o traçado pela Figueiredo de Magalhães poderá causar transtornos.
 
O que você achada do traçado da ciclofaixa? Opine aqui!
 
Leia esta matéria na íntegra no GLOBO-Zona Sul (somente para assinantes) desta quinta-feira!

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Novos imóveis serão desapropriados para construção de viaduto e obra contra cheias

02/08/2011 - Prefeitura

Para construção do Viaduto da Abolição, foi declarado de utilidade pública para fins de desapropriação parcial um imóvel na Rua da Abolição. Decreto do prefeito Eduardo Paes está no Diário Oficial do Município desta terça-feira, dia 2.

Em outro decreto, um imóvel na Rua Maxwell, em Vila Isabel, também foi declarado de utilidade pública, para desapropriação parcial, visando à construção de reservatório de amortecimento de cheias na Bacia do Canal do Mangue.

Também para desapropriação total, para construção do Corredor Transcarioca, decreto do Prefeito do Rio declara de utilidade pública imóveis na Praça da Taquara e modifica de total para parcial a desapropriação de outro imóvel na Estrada ou Praça da Taquara, próximo à ponte sobre o Rio Grande; e de total para parcial a desapropriação de um imóvel na Avenida Pastor Martin Luther King Júnior.

Para duplicação da Estrada do Mato Alto, em Guaratiba, também foi declarado de utilidade pública, para desapropriação parcial, mais um imóvel naquela via.

O quinto decreto nesta terça-feira também declara de utilidade pública, para desapropriação, em Santa Teresa, um imóvel na Rua Almirante Alexandrino.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Prefeitura finaliza ampliação do viaduto de manguinhos

01/08/2011 - Agencia Rio

A Secretaria Municipal de Obras (SMO) finalizou as intervenções para ampliar o Viaduto de Manguinhos em ambos os sentidos. O objetivo era aumentar a capacidade viária do viaduto em 33%. Com investimento de R$ 21,8 milhões, os motoristas passam a contar com quatro faixas de tráfego (antes eram três), desafogando os acessos da Avenida Brasil e Linha Vermelha.

A obra teve a duração de um ano. Foram executados os serviços de fundações (estacas e blocos) e pilares da estrutura de alargamento do viaduto no trecho entre as pistas central e lateral (sentido Centro - Zona Oeste).

Segundo a SMO, a obra foi realizada através da implantação do projeto de investimentos da Prefeitura, em parceria com a concessionária LAMSA, que prevê nove intervenções ao longo da própria Linha Amarela, em vias de acesso e em comunidades limítrofes. Os serviços englobam ainda obras de recapeamento, construção de viadutos, alargamento e ampliação de pistas, redes de drenagem e implantação de novas faixas em pontos estratégicos para quem acessa a Linha Amarela ou circula em bairros próximos à via expressa – que recebe, em média, 380 mil veículos por dia.

PB